sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Mulheres jornalistas recebem menos que os homens

Por Guilherme Bartz, Vanessa Echevenguá e Maysa Maciel

A média salarial das jornalistas do sexo feminino é menor que a média dos jornalistas do sexo masculino no Rio Grande do Sul e no Brasil como um todo

Não é de hoje que se constata a diferença salarial entre homens e mulheres numa mesma profissão. No jornalismo esta situação não é diferente. Estudos comprovam que os salários femininos são menores que os masculinos em todas as regiões brasileiras, e o estado do Rio Grande do Sul não é exceção neste triste painel nacional.

Paula Melani Rocha, Doutora em Sociologia Política pela Universidade Federal de São Carlos e professora das Faculdades COC, em artigo para a revista Jurídica Eletrônica Unicoc, afirma que “há uma grande variação de média salarial entre homens e mulheres no jornalismo impresso e no eletrônico, no rádio, na televisão, nas revistas, nas agências de notícias e nos setores extra-redação, as quais provavelmente refletem relações de poder e tradição entre as empresas de comunicação”. Acrescenta ainda que “a mulher só ingressou onde lhe foi permitido”, pois nos últimos anos “a maior participação feminina ocorreu nas ocupações de menor prestígio e tradição”.

Ana Meira, jornalista da Zero Hora que atua na Agência RBS, ressalta que “essa diferença salarial atual não se justifica na prática, já que homens e mulheres que exercem a mesma função deveriam ganhar o mesmo salário”. “O mercado antes era dominado pelos homens, mas hoje a situação está começando a mudar, pois existem mais mulheres se formando nas faculdades de jornalismo que homens”, complementa. De fato, constata-se que, em 1995, 41% dos jornalistas formados eram mulheres, mas que dez anos depois este número subiu para 51%. De todos os jornalistas regularizados, 54% são do sexo feminino hoje em dia.

Mas este aumento no número de jornalistas mulheres ingressando no mercado de trabalho não ajudou muito na melhoria dos salários. No final de 2003, a média salarial feminina no RS era de R$ 1.248,21 contra R$ 1.925,73 dos homens. Neste mesmo período, a média brasileira feminina somava R$ 2.058,89 e a masculina estava em R$ 2.511,07. Ou seja, as mulheres brasileiras ganhavam 81,99% do salário masculino. Já no final de 2004, as mulheres ganhavam em média um salário de R$ 1.292,04 no RS, contra os R$ 1912,70 dos homens. A média brasileira estava em R$ 2.058,20 para as mulheres e R$ 2.612,82 para os homens. Ou seja, as mulheres no Brasil ganhavam nesta época 78,77% do salário masculino.

Estes dados comprovam que existe uma diferença salarial marcante entre os profissionais dos dois sexos. Um fator que explicaria esta situação é a constatação de que no Brasil “a maioria dos cargos de chefia ainda são ocupados por homens”, segundo Paula Melani Rocha. Mas, felizmente, esta situação está começando a mudar, como pode se constatar no exemplo do Jornal Zero Hora, que atualmente possui um número equilibrado de mulheres e de homens exercendo a função de chefes de editorias. “De uns quinze anos para cá as mulheres vem ocupando cargos mais importantes em nosso jornal. Hoje em dia estão ingressando mais mulheres que homens por aqui”, conta Rosane de Oliveira, editora executiva e colunista da Zero Hora. O exemplo da Zero Hora é pertinente porque ajuda a exterminar com o preconceito profissional que as mulheres sofrem no que diz respeito aos menores salários.

Fases do jornalismo segundo Ciro Marcondes Filho

ÉPOCA

TIPO

Pré-história

1631 A 1789

Artesanal

Primeiro jornalismo

1789 a 1830

Político-literário

Segundo Jornalismo

1830 a cerca de 1900

Imprensa de massa

Terceiro Jornalismo

De cerca de 1900 a cerca de 1960

Imprensa monopolista

Quarto Jornalismo

De cerca de 1970 até o presente

Informação eletrônica e interativa




VALORES JORNALÍSTICOS DOMINATES

ASPECTOS FUNCIONAIS E TECNOLÓGICOS

Pré-história

Espetacular, singularmente novo (desastres, mortes, seres deformados, reis, etc)

Jornal ainda semelhante ao livro, poucas páginas

Primeiro jornalismo

Razão (verdade, transparência); questionamento da autoridade; crítica da política; confiança no progresso

Profissionalização; surge a redação; diretor separa-se do editor; artigo de fundo; autonomia da redação

Segundo Jornalismo

O “furo”; a atualidade; a “neutralidade”; criam-se a reportagem, as enquetes, as entrevistas, as manchetes; investe-se nas capas, logo e chamadas de 1ª página

Rotativas e composição mecânica por linotipos (1890); telégrafo e telefone; cria-se a agência Havas; mais publicidade e menor peso de editores e redatores; títulos passam a ser feitos pelo editor

Terceiro Jornalismo

Grandes rubricas políticas ou literárias; páginas-magazines: esporte, cinema, rádio, teatro, turismo, infantil, feminina

Influência da indústria publicitária e das relações públicas; uso da fotografia

Quarto Jornalismo

Impactos visuais; velocidade; transparência

Implantações tecnológicas (barateamento da produção); alteração das funções do jornalista; toda a sociedade produz informação




AGENTES

ECONOMIA

Pré-história

Empreendedor isolado

Elementar

Primeiro jornalismo

Políticos; escritores; críticos; cientistas

Economia deficitária

Segundo Jornalismo

Jornalistas profissionais

Economia de empresa: jornal tem que dar lucro; aumento das tiragens: 35 mil para 200 mil

Terceiro Jornalismo

Jornalistas, publicitários e relações públicas promovem “indústria da consciência”

Grupos monopolistas dominam a imprensa; época de tiragens-monstro

Quarto Jornalismo

Redes/sistemas informatizados; pessoas em interface; jornalistas prestadores de serviço

Financiamentos migram para a TV e a Internet; crise da imprensa escrita

A primeira experiência na TV

Guilherme Bartz

No dia 22 de novembro de 2007 realizamos nossa primeira experiência como jornalistas de televisão. Formamos quatro grupos na turma, sendo que o nosso foi o último a se apresentar. Basicamente mantivemos o mesmo grupo do programa de rádio que havíamos feito, mas desta vez procuramos fazer algo diferente do que lá fizemos. No rádio enfocamos numa linha mais jornalística, com notícias as mais variadas possíveis, como deve ser a proposta de um jornal. Na TV, optamos por um programa de entrevista, pois acabamos acreditando no potencial de nosso convidado. Em outras palavras, no rádio fizemos um programa mais formal, e na TV optamos por algo mais informal.

Inicialmente, havíamos planejado nosso programa de TV em duas partes distintas, a primeira com notícias e comentários principalmente sobre cultura (mas sem leitura de textos, seria mais uma conversa informal sobre os temas) e a segunda a entrevista propriamente dita. Porém, horas antes de entrarmos no ar, começamos a conversar com nosso convidado e descobrimos que poderíamos extrair muitas informações dele, mais do que imaginávamos. Resolvemos então apostar num programa inteiro com ele (seriam dois blocos de dez minutos cada). Foi realmente uma “aposta” naquele momento, já que havíamos planejado uma coisa e realizaríamos outra. Mas acredito que fomos bem sucedidos, pois dessa forma o programa ficou com uma unidade interessante.

O nosso entrevistado foi o humorista Ayala. No primeiro bloco, entrevistamos o próprio Ayala, o da vida real, em carne e osso. No segundo, entrevistamos a sua criação, a sua personagem, a “sempre bela” Ariska Mel.

Fazer um programa de entrevista com um humorista não é tão fácil quanto parece. Participei apenas do primeiro bloco, ou seja, o bloco mais sério do programa. Nesta primeira parte acho que fomos bem sucedidos. Fizemos umas seis ou sete perguntas para o Ayala. Como ele gosta de falar, a entrevista rendeu bastante e fluiu bem. Mas o segundo foi como fazer uma aposta num jogo: não sabíamos se iríamos ganhar ou perder. Ariska Mel incorporada na nossa frente nos causou certo “medo”. Isso porque a personagem não responde mais pelo seu criador, mas apenas por ela mesma. Como o próprio Ayala nos contou, quando ele se veste de mulher e coloca peruca, batom, colares, seios postiços etc., ele deixa de ser Ayala e vira Ariska Mel. Em outras palavras, entrevistar uma personagem foi arriscado porque não poderíamos prever o que iria acontecer, já que a personagem estava ali com a principal missão de fazer os outros rir, independente de qual fosse o alvo da piada (e o alvo podia ser a gente). Tivemos que ter muito jogo de cintura na entrevista com esse personagem extremamente engraçado.

Mas acho que no geral fomos bem sucedidos. O primeiro bloco fluiu bem, como já disse, e o segundo proporcionou momentos bem engraçados. Obviamente não são todas as piadas que nos fizeram rir, mas como bem falou a Raiza, forçamos umas risadinhas em consideração ao Ayala. Isso faz parte do “jogo”. Não podíamos deixar nosso convidado em uma posição desconfortável. Entretanto, muitas piadas foram bem sucedidas. Atrás das câmeras, em vários momentos eu ri muito, quase não conseguindo me controlar, e precisei abafar as minhas risadas para que não interferisse no andamento da entrevista. O humorista tem talento, definitivamente, e a Ariska Mel é uma ótima caricatura.

Para encerrar, considero uma ótima experiência a realização deste programa de entrevista. O entrevistado foi uma pessoa interessante, que nos permitiu “extrair” muitas coisas. Exercitamos o “jogo de cintura” de uma forma que nenhum outro grupo fez, e tivemos sucesso. Como defeito, aponto o momento final do programa, quando todos se levantaram para dançar e cantar, e o microfone ficou meio distante, não captando muito a voz de Ariska Mel. Foi algo que nos escapou completamente do planejamento, não havíamos pensado que este imprevisto pudesse acontecer. Mas no geral, acho que foi legal. Nosso comportamento foi adequado ao tipo de programa que pretendíamos realizar, o que não causou grande desconforto em nenhum momento da entrevista.

O programa pode ser visto pelo link: http://cyberfam.pucrs.br:16080/labjornoite07/site/TV_Grupo_4.html

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

O crepúsculo dos mestres

Por Sabrina Costa

No dia 30 de julho de 2007, o mundo perdeu dois de seus maiores cineastas: Michelangelo Antonioni e Ingmar Bergman. Mestres do cinema moderno, ainda que não muito conhecidos pelo grande público brasileiro, criaram algumas das obras mais cultuadas por cinéfilos do mundo todo. Em comum, suas obras possuem a capacidade de retratar a solidão, a angústia e a dificuldade de comunicação do homem moderno.

O italiano Antonioni, 94 anos, morreu tranquilamente em sua casa em Roma. Antes de consagrar-se como cineasta, estudou economia e trabalhou como crítico de cinema. Em filmes como A Aventura (1959), A Noite (1960) e O Eclipse (1962), que formam a Trilogia da Incomunicabilidade, Antonioni consegue ser simples em sua complexidade. São filmes marcados pelo silêncio que é quase um personagem, inquieto e angustiante. Em 1966 filmou Blow Up, seu filme de maior sucesso e um marco dos anos 60. Filmado em inglês, registra a fome espiritual de um fotógrafo rico e famoso, mas entediado, que testemunha um assassinato. Profissão: Repórter (1974) foi seu último filme antes de sofrer um derrame em 1985, que o paralisou e o impediu de fazer mais filmes. Ganhou o Oscar pelo conjunto de sua obra.

O sueco Bergman, 89 anos, também morreu em casa, na Ilha de Faro, Suécia, lugar onde passou suas últimas décadas de vida. Filho de um pastor luterano, Bergman teve uma criação muito rígida e severa, que refletiu em seu processo de criação e deu origem a um de seus principais trabalhos, Fanny e Alexander (1982), seu último filme para cinema. Temas como a ausência de Deus, a busca pelo sentido e principalmente a morte, estiveram presentes na maior parte de seus quase 60 filmes. Como esquecer a célebre cena em que o soldado disputa uma partida de xadrez com a Morte? Também teve sua Trilogia do Silêncio, composta por Através de um Espelho (1961), Luz de Inverno (1962) e O Silêncio (1963). Obras que o consagraram como “o homem que faz perguntas difíceis”. Gostava de trabalhar sempre com o mesmo grupo de atores, como Max Von Sydow e Gunnar Björnstrand além de suas musas Ingrid Thulin e Liv Ullmann. Seu último filme lançado no Brasil foi Saraband (2003), filmado para TV sueca. É a continuação da série Cenas de um Casamento (1973), onde Bergman disseca de maneira belíssima e cruel o processo de separação de um casal aparentemente perfeito.

Ambos deixam um enorme vazio no cinema mundial, mas suas obras continuarão a encantar muitas gerações de amantes do cinema. E que os cineastas jamais esqueçam suas brilhantes lições.

sábado, 3 de novembro de 2007

Cronologia da Televisão no Brasil

Guilherme Bartz e Sabrina Costa
  • 1950 - Inaugurada no dia 18 de setembro a primeira estação brasileira de televisão, a TV Tupi de São Paulo, canal 4, pertencente aos Diários Associativos. Dia 19 vai ao ar o programa Imagens do Dia, o primeiro telejornal brasileiro, recebido pelos cerca de cem aparelhos de TV existentes no país. No ano seguinte é instalada a TV Tupi carioca.
  • 1953 - Começa a ser transmitido pela TV Tupi o Repórter Esso, telejornal de enorme sucesso até o final dos anos 60. A TV Record inicia suas transmissões em São Paulo, tendo como carro-chefe programas musicais.
  • 1954 - O Brasil tem 120 mil aparelhos de TV, número que sobe para 6 milhões do início da década de 70.
  • 1960 - Existem 20 emissoras de TV espalhadas pelas capitais brasileiras, e as transmissões são captadas por cerca de 1,8 milhão de aparelhos. Os principais programas infantis da época são Gincana Kibon¸Rin-Tin-Tin, Sabatinas Maizena e Sessão Zás-Trás.
  • 1962 - O videoteipe é introduzido no Brasil. Ele dinamiza e melhora a qualidade das produções, até então realizadas ao vivo, ao permitir gravar e editar as imagens antes da exibição. O telejornalismo, que era feito em película cinamatográfica, ganha mais agilidade.
  • 1963 - A TV Excelsior leva ao ar a primeira telenovela diária brasileira, 2-5499 Ocupado¸ com Tarcísio Meira e Glória Menezes. Transmitida no horário das 19h, tem duração de três meses. Entra em vigor o regulamento dos serviços de radiodifusão no país, elaborado pelo Conselho Nacional de Telecomunicações.
  • 1965 - Início das transmissões de televisão via satélite pela Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel). Quatro anos depois, a Embratel se consolida inaugurando Tanguá I, primeira estação terrestre para comunicação por satélite do Brasil.
  • 1965 - Fundada a Rede Globo de Televisão, canal 4 do Rio de Janeiro, que logo assume a liderança de audiência no país, investindo em telenovelas, programas de auditório, de humor e jornalísticos. A TV Record leva ao ar O Fino da Bossa, apresentado por Elis Regina e Jair Rodrigues, abrindo caminho para a realização dos famosos Festivais de Música Popular Brasileira.
  • 1966 - Sob o Regime Militar, o Serviço de Censura de Diversões Públicas restringe a transmissão de programas estrangeiros e divulga os critérios para a censura prévia de filmes, programas e videoteipes, baseados na Lei de Segurança Nacional.
  • 1967 - O governo federal institui a Fundação Centro Brasileiro de Televisão Educativa, visando a produção e distribuição de material audiovisual educativo. Carlos Alberto de Nóbrega e Jô Soares criam o humorístico Família Trapo, um dos maiores sucessos da TV Record.
  • 1969 - O governo do Estado de São Paulo estabelece a Fundação Padre Anchieta, concedendo-lhe a TV Cultura, canal 2, para fins educativos. Escolhida para adaptar o programa norte-americano Sesame Street (Vila Sésamo), com a TV Globo, a TV Cultura inaugura uma tradição de programas infantis de qualidade que marcará sua história, como Catavento, Mundo da Lua e Castelo Rá-Tim-Bum¸ premiados internacionalmente a partir da década de 80.
  • 1969 - A Rede Globo leva ao ar a primeira operação em rede do país com o Jornal Nacional, que em três anos se torna o principal telejornal brasileiro. Inauguração da Rede Bandeirantes de Televisão, canal 13 de São Paulo.
  • 1970 - Inauguração da TV Gazeta pela Fundação Cásper Líbero. Morto em 1943, o jornalista Cápser Líbero foi responsável pela implantação da primeira escola de jornalismo da América Latina, além da Rádio Gazeta e do jornal Gazeta Esportiva. A TV Globo lidera com folga os índices de audiência, chegando a uma medida de mais de 60% nos anos 90.
  • 1972 - Implantada oficialmetne a TV em cores no país, com a transmissão da abertura da Festa da Uva de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul.
  • 1974 - A Embratel implanta o Sistema Brasileiro de Telecomunicações por Satélite (SBTC). Atualmente o sistema é composto de seis satélites de telecomunicações em operação, os nacionais Brasilsat A2 (lançado em 1986), Brasilsat B1 (1994), Brasilsat B2 (1995) e Brasilsat B3 (1998) e os estrangeiros coveniados Intelsat IS-709 e Nahuel 1. Até o fim de 1999, o Brasilsat B4 deve substituir o A2, cuja vida útil chegou ao fim no ano 2000.
  • 1979 - A série O Sítio do Picapau Amarelo, baseado na obra de Monteiro Lobato e produzida pela Rede Globo, recebe o prêmio de melhor programa do ano da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
  • 1981 - Inauguração do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). Em 1997, o SBT conta com uma rede de 77 emissoras e pode ser captado por 97% dos domicílios com TV.
  • 1983 - Inauguração da Rede Manchete de Televisão, que, em 1997, possui 25 emissoras e alcance de 73% dos domicílios com TV.
  • 1990 - Inauguração da MTV Brasil (Music Television), nove anos após a criação da MTV norte-americana. Na época existiam apenas 128 videoclipes de artistas brasileiros disponíveis. Em 1997 são realizados mais de 1,2 mil clipes no Brasil com padrão de qualidade internacional.
  • 1991 - É implantado no Brasil o sistema de televisão por assinatura. Os canais são distribuídos pela Net-Multicanal (ligada às organizações Globo) e pela TVA (ligada ao Grupo Abril). Além da diversidade de canais, um dos grandes atrativos da TV por assinatura é a melhoria da transmissão dos canais abertos.
  • 1993 - Inauguração da Central Nacional de Televisão (CNT). A TV tropical de Londrina, que deu origem à CNT, foi fundada em 1975. O canal paranaense revela o apresentador Carlos Massa, o Ratinho, disputado por diversas emissoras desde 1997 por seu grande sucesso de público.
  • 1996 - Entram em funcionamento os sistemas Sky, da Net-Multicanal, e DirecTV, da TV, que levam o sinal de televisão diretamente do satélite ao domicílio do assinante, pela banda Ku. O usuário também tem acesso ao sistema pay-perview, no qual paga uma taxa extra para assistir a programas selecionados. A Rede Globo inaugura em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, o Projac, o maior centro de produção de TV da América Latina, com 1.300.000 m2.
  • 1998 - A Rede Globo e a Rede Record fazem demonstrações de transmissão de TV em alta resolução.
  • 1999 - Entra no ar a Rede TV, no lugar da extinta Manchete.
Informações retiradas de: http://www.faced.ufba.br/~tvevideo/fase1/cronologia_tv.htm